Sabesp engole a Emae e manda antiga estatal para o limbo da B3

Destaques
- •Sabesp avança na incorporação da Emae, encerrando a saga de Nelson Tanure.
- •Oferta de R$ 61,83 por ação aos minoritários marca o fim da Emae como empresa de capital aberto.
- •Movimento estratégico da Sabesp consolida controle sobre ativos hídricos e energéticos cruciais.
A Sabesp deu um passo importante para engolir a Emae, antiga estatal dona de represas essenciais como a Billings e Guarapiranga. A operação visa tirar a Emae da Bolsa de Valores e consolidar seu controle sobre ativos hídricos e hidrelétricos.
O plano é uma oferta de R$ 61,83 por ação aos acionistas minoritários, seguida pela incorporação total da Emae à Sabesp. Isso encerra a passagem turbulenta de Nelson Tanure pelo controle da Emae, que acabou sendo vendida à Sabesp por cerca de R$ 1 bilhão.
A Emae, privatizada em abril de 2024, enfrentou problemas financeiros que levaram seus credores a negociar a venda para a Sabesp. Com a incorporação, a Emae deixará de ter ações negociadas na B3, unificando a gestão desses importantes recursos.




