Remap em carros elétricos: mais potência com desafios térmicos e custos
Destaques
- •Reprogramação eletrônica para carros elétricos aumenta potência e torque, mas exige cuidado extra.
- •Gerenciamento térmico é o principal gargalo, demandando sistemas de arrefecimento reforçados.
- •A prática ainda é experimental e mais cara que em motores a combustão, envolvendo hardware e software.
A ideia de dar um "up" na potência de carros elétricos, conhecida como remap automotivo, já não é tão novidade assim. Assim como fazemos em motores a combustão, é possível mexer na calibração para extrair mais desempenho.
Um projeto experimental com o Geely EX2 mostrou que dá para aumentar o torque em picos de descarga elétrica. O grande porém é que isso esquenta tudo, e o gerenciamento térmico vira o principal desafio técnico.
Para aguentar o tranco, são necessários sistemas de refrigeração mais robustos e componentes de alta tensão reforçados. Ou seja, não é só mexer no software, o hardware também precisa acompanhar.
Por isso, o custo é bem mais alto que nos carros a gasolina, e a prática ainda fica restrita a preparadores especializados, longe de ser algo comum no mercado.



