Regulação do BC força saída de fintechs de cripto no Brasil

Destaques
- •Fintechs argentinas e brasileiras anunciam encerramento de atividades no país.
- •Novas regras do Banco Central exigem capital mínimo de até R$ 37,2 milhões.
- •Mercado de criptoativos no Brasil pode se concentrar em poucas empresas.
A fintech argentina Lemon anunciou que vai fechar as portas no Brasil, e não é a única. Várias outras exchanges, como Bitnuvem, NovaDAX e Bitso, também decidiram encerrar ou reduzir operações por aqui.
O motivo principal? A nova regulação do Banco Central, que entrou em vigor este ano e exige que as empresas peçam autorização até 30 de outubro.
A questão é que nem todo mundo tem fôlego para se adequar às novas exigências, que incluem um capital mínimo que pode variar de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões.
Isso significa que o mercado de criptoativos no Brasil, que conta com cerca de 150 a 200 empresas, pode acabar concentrado em apenas 20 a 25 delas.
A nova regra busca trazer mais segurança jurídica, mas pode acelerar a saída de players menores e a concentração do mercado. 📉


