Previdência em Jogo: Candidatos divididos sobre reajuste de salário mínimo e aposentadorias

Destaques
- •Propostas de candidatos à Presidência divergem sobre a indexação de benefícios do INSS e do salário mínimo.
- •Alguns candidatos defendem a desindexação, o que pode impactar o poder de compra de aposentados e beneficiários.
- •O debate sobre o futuro da Previdência e o impacto nas contas públicas ganha força com a proximidade das eleições.
A próxima eleição presidencial promete esquentar o debate sobre o bolso do brasileiro médio. Candidatos já apresentaram suas cartas na mesa sobre como pretendem lidar com o salário mínimo e as aposentadorias, e as propostas vão de manter o status quo a mexer nas regras de reajuste.
O ponto central da discórdia é a chamada desindexação, que significa desvincular o reajuste de benefícios do INSS e do próprio salário mínimo. Enquanto alguns defendem a manutenção do acompanhamento automático da inflação, outros cogitam regras próprias ou decisões anuais do governo, o que pode significar um poder de compra menor para milhões de brasileiros.
A preocupação com os gastos públicos também está no radar: as despesas com aposentadorias e benefícios devem bater na casa dos R$ 1,218 trilhão em 2027. A forma como os candidatos pretendem equilibrar as contas e garantir o sustento dos mais vulneráveis será um dos grandes temas da campanha.


