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Presos provisórios votam em Brasília, mas Bolsonaro segue fora das urnas

04 de outubro de 2026

Destaques

  • •Ex-banqueiro Daniel Vorcaro e ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto, ambos presos provisoriamente, exerceram o direito ao voto.
  • •Jair Bolsonaro, com condenação definitiva, não pôde votar devido à suspensão de seus direitos políticos.
  • •A Constituição garante o voto a presos provisórios, pois a suspensão dos direitos políticos só ocorre após condenação final.

Enquanto o país vai às urnas, a Justiça Eleitoral permitiu que alguns nomes conhecidos, mas sob prisão provisória, exercessem seu direito de voto em Brasília. É o caso do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e do ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto.

A diferença crucial está na situação legal: presos provisórios, sem condenação definitiva, mantêm seus direitos políticos intactos. Já Jair Bolsonaro, com uma condenação de 27 anos e três meses, teve seus direitos suspensos e ficou de fora.

A Constituição é clara: a suspensão dos direitos políticos só acontece em caso de condenação criminal definitiva. Isso garante que, mesmo detidos, aqueles que aguardam julgamento final possam participar do processo democrático.

Em 2022, mais de 12 mil presos provisórios votaram. Agora, a Justiça Eleitoral organizou a logística para que 6.322 detentos pudessem exercer seu cidadania. 🗳️

Fontes

https://g1.globo.com/dynamo/politica/rss2.xml

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