PMMA para estética? CFM diz NÃO e proíbe uso no Brasil

Destaques
- •Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu uso de PMMA para fins estéticos.
- •Substância causa complicações graves como necrose, inflamação e deformidades.
- •Única exceção é para tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV.
Atenção, galera da beleza e dos retoques! O Conselho Federal de Medicina (CFM) deu um chega pra lá no uso do PMMA para fins estéticos e reparadores em todo o Brasil. A decisão, que entrou em vigor em junho deste ano, proíbe a aplicação desse polímero plástico, conhecido por ser definitivo e não absorvível pelo corpo.
A brincadeira com o PMMA, que já causou muita dor de cabeça (e outras complicações), vinha sendo feita principalmente para dar um up no visual, como volumizar glúteos e preencher rugas. O problema é que essa substância, mesmo aplicada por profissionais experientes, pode causar reações inflamatórias severas e tardias, levando a quadros como necrose, deformidades e até infecção generalizada. E o pior: não tem como reverter fácil, a remoção é cirúrgica e muitas vezes mutilante.
A única exceção permitida pelo CFM é para o tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV, uma condição específica. Para quem já se aventurou no mundo do PMMA estético, a recomendação é ficar de olho em qualquer sinal de alerta e evitar aplicar outros preenchedores na mesma área. Para quem busca procedimentos seguros, o caminho são os produtos temporários e biocompatíveis, como ácido hialurônico. Fica a dica para não cair em furada! 💉




