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Doença Falciforme: O Caminho da Cura se Ilumina com Transplante e Terapia Gênica

28 de julho de 2026
Doença Falciforme: O Caminho da Cura se Ilumina com Transplante e Terapia Gênica

Destaques

  • A doença falciforme, que afeta cerca de 100 mil brasileiros, causa crises de dor intensas e complicações em diversos órgãos.
  • O transplante de medula óssea oferece até 95% de chance de cura em casos de doadores compatíveis.
  • Terapias gênicas, ainda caras e em fase inicial no Brasil, prometem revolucionar o tratamento, mas o transplante continua sendo a opção curativa mais consolidada.

A doença falciforme, que afeta cerca de 60 a 100 mil brasileiros, é um grupo de doenças hereditárias que causa alterações na hemoglobina, levando a hemácias em formato de foice. Essas células deformadas podem obstruir vasos sanguíneos, provocando crises de dor intensas e uma série de complicações em quase todos os órgãos do corpo.

O diagnóstico precoce, feito pelo teste do pezinho, é crucial para iniciar medidas preventivas e garantir um acompanhamento especializado. O tratamento envolve vacinação, uso de penicilina, controle da dor e medicamentos como a hidroxiureia.

A esperança de cura reside no transplante de células-tronco hematopoéticas (medula óssea), que pode alcançar mais de 90% de sucesso com doadores compatíveis, especialmente em crianças. Para casos graves, essa é a alternativa mais consolidada.

Novas terapias gênicas, que modificam as próprias células do paciente, já são aprovadas em outros países e mostram resultados promissores na eliminação de crises e melhora da qualidade de vida. No entanto, o custo altíssimo (acima de US$ 2 milhões) e a necessidade de centros especializados ainda limitam sua aplicação no Brasil. Assim, o transplante segue como o principal caminho para a cura definitiva.

Fontes

https://drauziovarella.uol.com.br/feed/

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