Pais que bebem? Filhos também. Mas afeto e regras mudam o jogo!
Destaques
- •Estudo da Unifesp revela que pais que consomem álcool e outras drogas aumentam o risco de uso pelos adolescentes.
- •O estilo parental autoritativo, com diálogo e limites claros, é o maior fator de proteção identificado.
- •Retardar o início do consumo de álcool por adolescentes é crucial para evitar danos futuros à saúde.
Olha só que papo sério pintou: um estudo da Unifesp jogou luz sobre como o consumo de álcool e drogas pelos pais pode ser um gatilho para os filhos entrarem nesse mundo. A probabilidade de adolescentes beberem sobe para 24% se os pais consomem, e vai para 28% se eles usam múltiplas substâncias.
Mas calma, nem tudo está perdido! A pesquisa também mostrou que a forma como os pais educam faz toda a diferença. O estilo autoritativo, que mistura acolhimento, diálogo e regras claras, é o super-herói aqui, funcionando como o maior fator de proteção.
Enquanto isso, estilos permissivos ou negligentes não dão a mesma segurança. O recado é claro: mesmo em lares com boas práticas educativas, o consumo frequente de álcool pelos responsáveis ainda tem ligação com o uso pelos filhos, especialmente se o hábito for normalizado.
O dado geral é que 27,6% dos adolescentes brasileiros de 14 a 17 anos já provaram álcool, e mais da metade da população brasileira experimenta antes dos 18. Retardar esse início é a chave para evitar problemas sérios de saúde no futuro. 📉




