Padilha rebate Flávio Bolsonaro: "Apagão na saúde e chacota na pandemia"

Destaques
- •Ministro da Saúde critica duramente a família Bolsonaro e suas políticas de saúde.
- •Padilha aponta "apagão" no setor durante a gestão anterior, especialmente na pandemia.
- •Governo atual celebra recorde de cirurgias eletivas e aumento de leitos no SUS.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, deu um chega pra lá no senador Flávio Bolsonaro, que propôs reformular o SUS. Padilha mandou o recado: "Cai na real, Flávio. Quem é você ou qualquer membro dessa família para vir falar sobre saúde?"
O ministro relembrou o que chamou de "maior apagão" nos hospitais federais do Rio de Janeiro e a postura da família Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19, acusando-os de "fazer chacota de quem estava morrendo".
Mas nem tudo são flores para os Bolsonaro. Padilha fez questão de apresentar os avanços da gestão atual: em 2025, o SUS bateu recorde com 14,8 milhões de cirurgias eletivas, um aumento de mais de 40% em relação ao governo anterior, e o número de leitos de internação subiu para 316 mil.
Ainda sobre a proposta de tabela do SUS, Padilha revelou que o governo Lula já sancionou uma lei em 2023 com reajustes permanentes e uma nova tabela que paga até o triplo para procedimentos prioritários. Ele finalizou reforçando que a família Bolsonaro não tem autoridade para propor um plano para a saúde, lembrando o "apagão" e a "postura irresponsável" na pandemia.
É o governo atual mostrando a força do SUS contra as críticas da oposição. 🏥




