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Orçamento de cibersegurança: Gasto cego ou investimento estratégico?
09 de outubro de 2026
Destaques
- •Orçamentos de cibersegurança muitas vezes não refletem o risco real das empresas.
- •A sugestão é vincular gastos a ameaças virtuais quantificáveis.
- •Princípios de alinhamento, adaptabilidade e transparência são cruciais.
A grana para segurança cibernética anda meio fora de sintonia com o perigo real que as empresas enfrentam. A dificuldade em medir ameaças e os controles existentes acaba fazendo com que os gestores gastem por inércia, e não por necessidade.
A ideia é mudar o jogo: vincular os orçamentos diretamente às ameaças virtuais quantificáveis. Isso exige três pilares: alinhamento (cada gasto ligado a um risco), adaptabilidade (orçamentos flexíveis) e transparência (todos enxergam a relação entre gasto e risco).
A consequência? Uma função de segurança que realmente entende e combate os riscos da organização, com métricas como redução de risco por dólar gasto. 💰
Fontes
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