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Offboarding digital: o perigo que fica depois que o funcionário sai

02 de junho de 2026
Offboarding digital: o perigo que fica depois que o funcionário sai

Destaques

  • Atenção! O desligamento de funcionários pode deixar brechas digitais perigosas.
  • Acesso a dados sensíveis, sistemas e ferramentas podem continuar ativos após o fim do contrato.
  • O avanço da IA e ambientes híbridos aumentam a complexidade da gestão de identidades e riscos.

Muita gente pensa que desligar um funcionário é só cortar o vínculo formal, mas o problema é que acessos e permissões digitais nem sempre saem junto. Com a conectividade rolando solta nas empresas, uma única identidade pode ter acesso a tudo: e-mails, plataformas SaaS, sistemas internos, arquivos estratégicos e por aí vai.

O jogo mudou com o trabalho híbrido e a IA generativa, que deixa ataques de engenharia social mais espertos. No Brasil, 86% dos CISOs acham que vão sofrer um ataque relevante nos próximos 12 meses, muito por conta de riscos humanos.

E o risco não começa só no último dia.

O perigo real surge antes, com movimentações estranhas de arquivos, envios para contas pessoais e tentativas de manter permissões. Nem sempre é maldade, mas pode ser um sinal de desgaste profissional.

A segurança, que antes focava só em tecnologia, agora precisa olhar para o comportamento do usuário e a gestão de riscos humanos. Com a IA simulando interações cada vez mais reais, diferenciar o normal do suspeito virou um desafio e tanto.

No fim das contas, o maior problema nem sempre é o acesso que foi removido. Muitas vezes, é aquele que ninguém percebeu que continuava ativo. 📉

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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