Netflix: 'Monstro' exagera na ficção sobre Lizzie Borden

Destaques
- •Série 'Monstro: A História de Lizzie Borden' explora caso real com liberdades criativas.
- •Não há provas concretas de que Lizzie Borden tenha cometido os assassinatos.
- •Relacionamentos e eventos secundários foram ficcionalizados para a trama.
A nova temporada de Monstro: A História de Lizzie Borden na Netflix mergulha em um dos casos mais chocantes dos EUA, mas a linha entre fato e ficção ficou bem tênue.
A série retrata Lizzie Borden como a assassina de seu pai e madrasta em 1892, mas a realidade é que não há evidências concretas que comprovem sua culpa. A trama adiciona elementos como um romance com a empregada doméstica, Bridget Sullivan, e inspirações para outras serial killers, como Aileen Wuornos, que são pura ficção.
A produção também altera o cronograma de amizades, como a com a atriz Nance O’Neil, e inventa mortes, como a de Bertha Manchester, para dar corpo à narrativa.
Ou seja, enquanto a série diverte com teorias e liberdades criativas, a verdade por trás do caso Lizzie Borden continua sendo um mistério.




