Agentes de Saúde: De Minas a Brasília e do Ceará ao Mundo, a Força que Conecta Comunidades

Destaques
- •A dedicação de Tereza Cristina em Brasília transforma vidas através da saúde e geração de renda.
- •Solange Maria, no Ceará, representa três gerações de agentes de saúde, adaptando-se às novas demandas.
- •Ambas as histórias destacam a importância do cuidado com a saúde mental dos próprios agentes.
Em Brasília, Tereza Cristina, 59 anos, trocou Minas Gerais pela capital em busca de oportunidades e encontrou na profissão de agente de saúde uma forma de transformar vidas, desde 2005.
Ela atende mais de 750 casas, lidando com desafios que vão da vulnerabilidade social a questões de saúde mental, como ansiedade e depressão, e ainda criou um programa de geração de renda com artesanato para as mulheres.
Enquanto isso, no Ceará, Solange Maria, 60 anos, segue os passos da mãe e da filha como agente de saúde em Tauá há 27 anos, testemunhando a evolução do trabalho.
De foco em mortalidade infantil e desidratação, o trabalho agora abrange obesidade, diabetes e hipertensão, exigindo uma conexão profunda com as famílias, que muitas vezes buscam Solange antes mesmo da unidade de saúde.
Ambas as histórias, contadas no documentário "Drauzio e os Agentes", ressaltam a importância de um apoio psicológico para os próprios agentes, que lidam diariamente com as dores e alegrias da comunidade, mas muitas vezes não têm quem cuide deles.




