Minha Casa, Minha Vida: programa habitacional é reativado e expandido

Destaques
- •O programa habitacional Minha Casa, Minha Vida foi reativado e ampliado com o retorno de Lula à presidência em 2023.
- •O programa contratou cerca de 2,7 milhões de moradias entre 2023 e 2026, superando a meta inicial de 2 milhões.
- •A prioridade foi restabelecida para a Faixa 1, destinada a famílias de renda muito baixa, com aumento do subsídio.
O Brasil tem um longo histórico de desafios no acesso à moradia digna, marcado pela desigualdade e pela segregação espacial. Desde a Era Vargas, com o decreto do Inquilinato e os Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs), passando pela Fundação da Casa Popular e o Banco Nacional da Habitação (BNH) na ditadura militar, as políticas habitacionais buscaram, com diferentes graus de sucesso e foco, suprir o déficit de moradias.
O programa Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009, representou um marco ao contratar cerca de 5,5 milhões de unidades até 2018, beneficiando 15 milhões de pessoas e gerando empregos e crescimento para a construção civil. No entanto, o programa Casa Verde e Amarela, implementado no governo Bolsonaro, reduziu drasticamente o investimento em moradias para baixa renda.
Com o retorno de Lula em 2023, o Minha Casa, Minha Vida foi reativado e expandido. A prioridade voltou para a Faixa 1, com maior subsídio para famílias de baixa renda. A meta de 2 milhões de unidades foi superada, com 2,7 milhões de contratações até 2026 e mais de 2 milhões de entregas, além da retomada de obras paralisadas.

