Millennials: da "geração perdida" à liderança tecnológica e cultural

Destaques
- •Millennials, antes vistos como "geração perdida", agora lideram em ganhos e aquisição de imóveis.
- •A ascensão é impulsionada por inovação tecnológica, trabalho árduo e a pandemia da covid-19.
- •O retorno cultural dos millennials, com reboots e nostalgia, é facilitado por plataformas digitais.
A geração millennial, que enfrentou a crise financeira global ao entrar na vida adulta, hoje colhe os frutos de seu esforço e de um cenário econômico mais favorável. Com idades entre 30 e 45 anos, eles superam gerações anteriores em ganhos e na compra de imóveis.
Essa reviravolta se deve a uma combinação de fatores. A pandemia da covid-19 acelerou a aposentadoria de trabalhadores mais velhos, abrindo espaço em cargos de liderança para os millennials. Além disso, muitos se destacaram no setor de tecnologia, que gerou riqueza e impulsionou a ascensão de nomes como Dario Amodei, Mark Zuckerberg e Sam Altman.
A influência millennial se estende à cultura, com um renascimento de sucessos de sua juventude em plataformas como YouTube e Spotify. Filmes e séries que marcaram época, como "O Diabo Veste Prada 2", ganham novas versões, refletindo a nostalgia e a aposta em franquias consolidadas.
A trajetória dos millennials serve de lição: gerações "perdidas" podem se recuperar. A recuperação deles, impulsionada por mercados e eventos, e não por resgates estatais, oferece um otimismo cauteloso diante das incertezas da inteligência artificial.


