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Milei em baixa: crise econômica e escândalos abalam popularidade na Argentina

13 de maio de 2026
Milei em baixa: crise econômica e escândalos abalam popularidade na Argentina

Destaques

  • Índices de desaprovação de Javier Milei superam 60% na Argentina.
  • Escândalos de corrupção envolvendo aliados e a irmã do presidente, Karina Milei, minam a promessa 'anticasta'.
  • Deterioração econômica com queda no poder de compra e aumento do desemprego apesar da queda da inflação.

O presidente argentino Javier Milei vive seu pior momento desde o início do mandato, com pesquisas apontando mais de 60% de desaprovação.

Três fatores pesam contra: escândalos de corrupção que atingem desde aliados próximos como o chefe de gabinete Manuel Adorni até a irmã do presidente, Karina Milei; a deterioração da economia, com queda no poder de compra e aumento do desemprego, apesar da inflação controlada; e o desgaste da narrativa 'anticasta', com 66,6% da população avaliando que o governo se integrou ao grupo que criticava.

A promessa de combater a corrupção parece ter sido quebrada.

A recuperação econômica, embora presente em indicadores como superávit fiscal e queda da inflação, não chega à população. O PIB recuou 2,1% em 12 meses e o desemprego atingiu 7,5%, com a informalidade chegando a quase 43%. A crise econômica é agravada pelos escândalos, funcionando como uma lente de aumento.

A oposição desorganizada ainda pode ser um trunfo para Milei, mas o presidente precisa urgentemente reconquistar a confiança do eleitorado. 📉

Fontes

https://operamundi.uol.com.br/feed/

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