Meta: Conselho de Supervisão aponta falhas na moderação de conteúdo eleitoral

Destaques
- •Conselho de Supervisão da Meta aponta falhas recorrentes na moderação de conteúdo eleitoral.
- •Gastos com publicidade digital na Meta saltaram de R$ 23 milhões em 2018 para R$ 290 milhões em 2026.
- •Decisões judiciais e disputas sobre algoritmos podem gerar sanções eleitorais.
A quatro dias das eleições, o TSE intensificou as discussões com a Meta e as campanhas eleitorais sobre o funcionamento dos algoritmos e possíveis prejuízos a candidatos. O cenário é marcado por uma série de disputas judiciais envolvendo o uso das plataformas digitais.
Em reunião recente, representantes da Meta, advogados das campanhas de Lula e Jair Bolsonaro, e integrantes da Justiça Eleitoral debateram questionamentos apresentados pelos partidos. A campanha de Lula alegou prejuízos à sua atuação, enquanto a de Bolsonaro buscou evitar que apenas um lado fosse considerado prejudicado.
A disputa pode gerar novos desdobramentos jurídicos, inclusive com sanções eleitorais. A pressão sobre a empresa também envolve seu Comitê de Supervisão, que criticou falhas na aplicação das normas eleitorais da Meta, exigindo maior transparência e consistência.
A relevância da Meta no processo eleitoral é inegável, com gastos de campanhas saltando de aproximadamente R$ 23 milhões em 2018 para cerca de R$ 290 milhões em 2026. Ainda não há conclusão definitiva sobre os impactos no resultado eleitoral, mas a discussão pode continuar após a votação.



