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Mercúrio Cromo: O Fim de um Antisséptico que Marcava a Infância Brasileira

29 de julho de 2026
Mercúrio Cromo: O Fim de um Antisséptico que Marcava a Infância Brasileira

Destaques

  • O popular mercúrio cromo (merbromina) foi proibido no Brasil em 1998 pela Anvisa devido à presença de mercúrio em sua fórmula.
  • A decisão visava reduzir a exposição da população a um metal tóxico, apesar de o mercúrio no mercúrio cromo não ser metálico solto, mas parte da estrutura química.
  • Especialistas hoje recomendam água e sabão para pequenos ferimentos, substituindo antissépticos que podem retardar a cicatrização.

Quem foi criança no Brasil até os anos 90 se lembra bem do ardor característico do mercúrio cromo, aquele remédio vermelho que pintava os joelhos ralados. O que muita gente não sabe é que ele sumiu das prateleiras há mais de 25 anos.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu sua produção e venda em 1998, em uma resolução que visava reduzir a exposição da população ao mercúrio, um metal tóxico.

A medicina evoluiu e, hoje, a recomendação para pequenos ferimentos é clara.

Afinal, água e sabão são suficientes para limpar machucados comuns, uma abordagem que preserva o processo natural de cicatrização e evita potenciais irritações ou riscos de contaminação cruzada, como ocorria com as antigas pazinhas plásticas. 🧼

Fontes

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