MAK Capital quer trocar conselho da Oncoclínicas e propõe aporte de R$ 500 milhões

Destaques
- •A gestora americana MAK Capital, com 6,3% da Oncoclínicas, solicitou uma assembleia para destituir o conselho atual.
- •A MAK propõe um empréstimo-ponte de até R$ 500 milhões para aliviar a crise de liquidez da empresa.
- •A iniciativa visa renegociar a dívida e a complexa fusão com Porto e Fleury em bases mais favoráveis.
A gestora americana MAK Capital, acionista da Oncoclínicas, não está nada satisfeita com a condução da crise de liquidez e propôs uma assembleia geral extraordinária para mudar o jogo.
A exigência principal é a destituição do conselho de administração atual e a eleição de um novo, com o objetivo de buscar uma solução mais eficaz para os problemas financeiros urgentes da companhia. Para dar um fôlego imediato, a MAK se dispõe a liderar um aporte de até R$ 500 milhões, funcionando como um empréstimo-ponte.
A tese da gestora é que a complexa negociação para formar uma nova companhia com Porto e Fleury não resolve, por si só, a pressão de caixa e os vencimentos de dívidas no curto prazo.
A briga na Oncoclínicas se intensifica com a pressão por uma solução financeira imediata, enquanto a empresa tenta costurar uma fusão estratégica. A MAK quer garantir que a urgência seja tratada antes de fechar qualquer acordo transformacional. 📉




