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M&A em Risco: A Bomba-Relógio do Software Não Contabilizado

04 de maio de 2026
M&A em Risco: A Bomba-Relógio do Software Não Contabilizado

Destaques

  • 1 em cada 4 M&As sofreu incidente cibernético pós-fechamento.
  • 42% dos afetados viram o valuation cair e 58% comprometeram metas financeiras.
  • Due diligence de software é falha e regulamentação brasileira (BCB 538/CMN 5.274) agrava o risco.

Atenção, compradores de empresas: uma bomba-relógio de software está detonando em 1 em cada 4 fusões e aquisições (M&A), e o problema não está no valuation.

A due diligence tradicional foca no financeiro, mas ignora o passivo de software, como código desatualizado e vulnerabilidades herdadas. 42% dos negócios afetados viram o valuation cair e 58% tiveram metas financeiras comprometidas.

A situação é ainda mais crítica no Brasil, com as resoluções BCB 538 e CMN 5.274, que transformam a cadeia de software dos fornecedores em responsabilidade das instituições financeiras.

A pergunta chave agora não é só sobre vulnerabilidades abertas, mas se a empresa consegue provar a conformidade da sua cadeia de software com o regulador. Ignorar isso significa herdar um passivo regulatório que pode custar caro.

O ideal é que a due diligence técnica passe a incluir verificação de SBOM, histórico de CVEs e rastreabilidade de proveniência como insumo de valuation, e não apenas um checklist. Quem não fizer isso, vai descobrir o problema depois de pagar o preço. 📉

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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