Loja Marabraz é condenada por coação eleitoral: funcionário forçado a votar em Bolsonaro
Destaques
- •Comercial de Móveis Jordanésia (grupo Lojas Marabraz) condenada a pagar R$ 20.000 por assédio eleitoral.
- •Empresa pressionou funcionários via WhatsApp para votar em Jair Bolsonaro em 2022.
- •Decisão judicial reforça proteção à liberdade de voto e consciência no ambiente de trabalho.
Olha essa! A Comercial de Móveis Jordanésia, ligada às Lojas Marabraz, foi pega em flagrante e condenada a pagar R$ 20.000 a um ex-funcionário. O motivo? Coagir o rapaz a votar no Jair Bolsonaro nas eleições de 2022.
A parada é séria: o funcionário relatou ter sofrido pressão psicológica em um grupo de WhatsApp criado pela empresa, onde era proibido de sair. Além da indenização por assédio eleitoral, ele ainda levou uma segunda por demissão abusiva e teve horas extras e comissões pagas indevidamente reconhecidas.
E o caso não para por aí. A empresa recorreu, mas a defesa não apareceu na nova audiência, o que resultou em multa por má-fé. A decisão, que ainda pode ser contestada, reforça a importância da liberdade de voto no ambiente corporativo.
A Justiça do Trabalho está mostrando que assédio eleitoral não passa batido. ⚖️

