Justiça nega prisão de motorista que atropelou tio de Guilherme Boulos
Destaques
- •Motorista que atropelou tio de Guilherme Boulos não será preso preventivamente, mas terá CNH suspensa.
- •A decisão judicial determina medidas cautelares como comparecimento mensal em juízo e proibição de sair do país sem autorização.
- •A defesa alega que o motorista tentou fugir por medo e que não houve intenção de matar.
A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva de Amilton Jusselino Rodrigues, investigado por atropelar e matar Carlos Boulos, tio do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos. O incidente ocorreu após uma discussão de trânsito na Avenida 23 de Maio.
Apesar de não ter a prisão decretada, o juiz Daniel de Medeiros Silva Corró recebeu a denúncia do Ministério Público e impôs medidas cautelares. Entre elas, estão a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o comparecimento mensal em juízo e a proibição de se ausentar do domicílio sem autorização.
A defesa do motorista alega que ele tentou deixar o local por se sentir ameaçado e que não houve intenção de atingir a vítima. O caso segue em apuração, com prazo de dez dias para apresentação de resposta escrita à acusação.

