Irã quer ditar regras no Estreito de Ormuz e acusa EUA e Israel de 'guerra de agressão'

Destaques
- •Irã anuncia novos regulamentos para o Estreito de Ormuz, vital para o petróleo mundial.
- •Ministro das Relações Exteriores iraniano acusa EUA e Israel de agressão e dificultar a paz.
- •Noruega se oferece para colaborar em segurança marítima e estabilidade regional.
O Irã está mexendo os pauzinhos no Estreito de Ormuz, a artéria por onde passa um quinto do petróleo mundial. O ministro das Relações Exteriores, Abbas Aragchi, disse que o país está formulando novos regulamentos para a hidrovia.
A ideia é garantir a passagem segura, mas o discurso esquenta quando Aragchi acusa os EUA e Israel de dificultarem um acordo diplomático com exigências excessivas e retórica ameaçadora.
Ele classificou a situação atual como uma 'guerra de agressão', mencionando violações do cessar-fogo e bloqueio naval.
Do outro lado, a Noruega, representada por Andreas Motzfeldt Kravik, sinalizou disposição em colaborar com iniciativas de segurança marítima e estabilidade regional.
O porta-voz iraniano, Esmaeil Baqaei, foi mais longe e pediu à comunidade internacional que se posicione contra o que chamou de 'guerra de agressão', alertando que o silêncio é cumplicidade com o mal. 📉




