Irã e China se unem contra sanções dos EUA: 'Parceria não precisa de aprovação'
Destaques
- •Parlamento do Irã elogia a China por rejeitar sanções americanas.
- •China critica sanções dos EUA como 'ilegais' e sem base internacional.
- •Aliança Irã-China se fortalece como contraponto à política externa dos EUA.
O presidente do Parlamento do Irã, Mohamad Baqer Qalibaf, mandou um recado direto para os Estados Unidos: a parceria estratégica com a China não precisa de permissão de ninguém.
Ele saudou a postura de Pequim em rejeitar as sanções americanas contra o Irã, chamando a aliança de 'parceria estratégica abrangente', baseada em respeito mútuo e visão de um mundo multipolar.
A chancelaria chinesa reforçou a crítica, classificando as sanções de Trump como 'ilegais' e sem fundamento no direito internacional. A China defende que diálogo e negociação são os únicos caminhos para resolver tensões.
Essa união se fortaleceu desde 2018, quando os EUA saíram do acordo nuclear e impuseram sanções, tornando a China o principal parceiro comercial do Irã, especialmente nas importações de petróleo.
O movimento sinaliza uma crescente resistência global às políticas de sanção unilateral dos EUA, consolidando um bloco alternativo. 🌍


