IPTU Progressivo em SP: A saga de Haddad e a reviravolta de Nunes

Destaques
- •Projeto de Haddad visava isenção/redução para a maioria, mas foi criticado pela elite.
- •Imprensa e pressão política levaram à descaracterização e suspensão da proposta original.
- •Em 2021, Ricardo Nunes propôs o oposto, com descontos para ricos e aumento para pobres, sem protestos.
Lembra daquela confusão toda com o IPTU progressivo em São Paulo em 2013? Pois é, a história é mais longa e cheia de reviravoltas do que parece.
Na época, o projeto de Fernando Haddad prometia aliviar o bolso de muita gente, especialmente nas periferias, com isenção ou redução do imposto. A ideia era simples: quem tem mais, paga mais. Mas, surpresa!, a classe média, empresários e a elite não curtiram nada a ideia. A imprensa fez um auê danado, distorcendo tudo e até quem seria beneficiado acabou contra.
A pressão foi tanta que o projeto foi desidratado e, depois de aprovado, acabou suspenso pela Justiça, com perda de R$ 800 milhões para os cofres públicos.
Avançando para 2021, o jogo virou completamente. O prefeito Ricardo Nunes apresentou uma nova planta genérica de valores que, na prática, dava descontos para os mais ricos e aumentava o imposto para os mais pobres. E o mais bizarro? Dessa vez, silêncio total: sem protestos, sem Justiça, sem imprensa reclamando. Parece que a lógica do imposto mudou de figura, né? 🤷




