Imposto do Pecado: Alíquotas só após eleições, mas cigarros e refrigerantes já sentem o peso

Destaques
- •Acordo com setores afetados fechado, mas discussão de alíquotas adiada para depois das eleições.
- •Imposto Seletivo visa desestimular consumo de produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
- •Expectativa de arrecadação de R$ 41,9 bilhões em 2027 com o novo tributo.
O Ministro da Fazenda, Dario Durigan, deu um recado claro: as alíquotas do novo Imposto Seletivo, o famoso "imposto do pecado", só serão debatidas depois das eleições. O governo fechou um acordo com os setores que serão afetados, mas os detalhes só chegam ao Congresso Nacional mais para frente.
A ideia por trás desse imposto, criado na reforma tributária, é clara: taxar produtos e serviços que fazem mal à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, refrigerantes e até veículos poluentes. A meta não é só encher os cofres, mas também dar um chega pra lá no consumo desses itens.
A equipe econômica já está de olho em uma arrecadação de R$ 41,9 bilhões em 2027 com essa nova taxação. Inicialmente, a carga tributária será mantida, mas a estratégia é aumentar a cobrança no futuro para realmente desestimular o consumo de itens nocivos.
No fim das contas, o objetivo é manter a arrecadação estável junto com a nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que também entra em vigor em 2027. Ou seja, o "imposto do pecado" vem aí para mudar um pouco os nossos hábitos de consumo. 💰


