iFood turbina restaurantes: mais emprego, salários altos e menos falência

Destaques
- •Restaurantes parceiros do iFood contratam mais funcionários.
- •Salários reais em média 9% mais altos para trabalhadores.
- •Risco de falência reduzido em até 60% para MEIs.
Olha só que dado interessante: restaurantes que fazem parceria com o iFood estão mandando bem mais que os outros. Um estudo da Fipe, com mais de 40 mil estabelecimentos, mostra que eles contratam mais, pagam melhor e têm bem menos chance de fechar as portas.
Para os microempreendedores individuais (MEIs), a coisa é ainda mais gritante: a entrada na plataforma pode significar um aumento de até 50% no emprego e uma queda de 40% a 60% no risco de falência. Para quem tem até 5 funcionários, o emprego sobe mais de 50% e o salário real cresce 15%.
E não para por aí. A probabilidade de o negócio continuar ativo dois anos depois de entrar no iFood aumenta entre 17 e 23 pontos percentuais.
Em média geral, o emprego cresceu 7% e o salário real subiu 9% para os parceiros. O impacto é maior na cozinha, com alta salarial de 14%, e no administrativo, com 12%.
A linha de crédito iFood Pago também deu um gás, com alta média de 9% no volume de pedidos e 4% no faturamento, sem repassar preços ao consumidor.
A plataforma garante que o crescimento deles anda junto com o dos parceiros, especialmente para os pequenos.
O resultado é um efeito em cadeia que beneficia toda a economia local, do fornecedor ao comércio da região.
Basicamente, o iFood está provando que sua plataforma impulsiona negócios e gera impacto positivo mensurável em milhares de cidades brasileiras 💰.


