Ian Bremmer: "Trump não vai se meter diretamente na eleição brasileira, mas..."
Destaques
- •Eleição brasileira é "incrivelmente apertada", com Lula à frente por "muito pouco".
- •Trump evita interferência direta para não prejudicar Flávio Bolsonaro.
- •Desinformação e redes sociais serão as principais armas de interferência externa.
O renomado analista de risco político Ian Bremmer, fundador do Eurasia Group, analisa a eleição brasileira e descarta interferência direta do governo Trump no pleito. Segundo ele, a eleição está "incrivelmente apertada", com uma vantagem mínima para Lula.
Bremmer acredita que a interferência virá, mas por meio de desinformação e redes sociais, uma tática que ele vê como um problema global para as democracias. Ele aponta que o próprio Trump entende que uma intervenção direta poderia ser contraproducente.
Caso Flávio Bolsonaro vença, a relação com os EUA seria mais amistosa economicamente, mas a China continuará sendo o principal parceiro comercial do Brasil. Bremmer também alerta para o risco de politização do Supremo Tribunal Federal (STF), que se tornou o "novo epicentro dos escândalos de corrupção".
Apesar dos desafios, Bremmer vê um Judiciário forte e um povo que não tolera a subversão democrática. Ele destaca a importância do Brasil investir mais em tecnologia e inteligência artificial para superar seus obstáculos históricos e alcançar o desenvolvimento sustentável. 📉



