IA: O novo escudo (e espada) da cibersegurança
Destaques
- •IA democratiza ferramentas de segurança, mas também cria novas vulnerabilidades.
- •CISO Advisor Paulo Condutta defende que segurança deve ser integrada desde o início do desenvolvimento de produtos.
- •A quantificação financeira do risco é crucial para decisões estratégicas do board.
A inteligência artificial está turbinando a capacidade das empresas de se defenderem de ameaças, mas também abre portas para novas vulnerabilidades. A grande virada? A segurança precisa sair do fim da fila e entrar nas decisões estratégicas desde o começo.
Para Paulo Condutta, CISO Advisor, o mercado financeiro já sente essa transformação na pele. A digitalização aumenta a área a ser protegida, enquanto a IA exige que a segurança seja um viabilizador, não uma trava.
A popularização da IA generativa e do 'vibe coding' dá superpoderes a quem não é de TI, mas sem governança, o risco de expor dados aumenta.
A boa notícia é que a IA também combate fraudes 24/7. Ela correlaciona dados de diversas frentes, permitindo uma visão completa e contínua das operações, algo que times humanos sozinhos não dariam conta.
A estratégia agora é o 'shift left': pensar em segurança desde a concepção do produto, não na hora de publicar. Isso transforma a cibersegurança de requisito técnico para requisito de negócio.
A decisão de assumir riscos é compartilhada, e o board quer ver números. Em vez de 'risco alto', apresente o impacto financeiro: quanto custa proteger e quanto se pode perder. Assim, a segurança fala a língua do negócio. 💰




