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IA: O novo escudo (e espada) da cibersegurança

06 de outubro de 2026

Destaques

  • •IA democratiza ferramentas de segurança, mas também cria novas vulnerabilidades.
  • •CISO Advisor Paulo Condutta defende que segurança deve ser integrada desde o início do desenvolvimento de produtos.
  • •A quantificação financeira do risco é crucial para decisões estratégicas do board.

A inteligência artificial está turbinando a capacidade das empresas de se defenderem de ameaças, mas também abre portas para novas vulnerabilidades. A grande virada? A segurança precisa sair do fim da fila e entrar nas decisões estratégicas desde o começo.

Para Paulo Condutta, CISO Advisor, o mercado financeiro já sente essa transformação na pele. A digitalização aumenta a área a ser protegida, enquanto a IA exige que a segurança seja um viabilizador, não uma trava.

A popularização da IA generativa e do 'vibe coding' dá superpoderes a quem não é de TI, mas sem governança, o risco de expor dados aumenta.

A boa notícia é que a IA também combate fraudes 24/7. Ela correlaciona dados de diversas frentes, permitindo uma visão completa e contínua das operações, algo que times humanos sozinhos não dariam conta.

A estratégia agora é o 'shift left': pensar em segurança desde a concepção do produto, não na hora de publicar. Isso transforma a cibersegurança de requisito técnico para requisito de negócio.

A decisão de assumir riscos é compartilhada, e o board quer ver números. Em vez de 'risco alto', apresente o impacto financeiro: quanto custa proteger e quanto se pode perder. Assim, a segurança fala a língua do negócio. 💰

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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