IA no Brasil: Muita tecnologia, pouco lucro no bolso
Destaques
- •Pesquisa revela que a inteligência artificial no Brasil ainda não se traduz em ganhos financeiros significativos para as empresas.
- •Setor farmacêutico lidera em maturidade digital, enquanto saúde e agronegócio ficam para trás.
- •Para gerar impacto real, a IA precisa ser estratégica e integrada às decisões de alto escalão.
A inteligência artificial já é um queridinho das corporações brasileiras, mas a festa ainda não chegou no balanço financeiro. Uma pesquisa recente mostra que, apesar de ferramentas de IA serem comuns na rotina, o impacto direto em custos e lucros ainda é baixo.
O estudo, que mapeou a maturidade digital do país, aponta uma contradição: somos bons em criar propósito e colaboração, mas tropeçamos na infraestrutura tecnológica e na aplicação tática da automação.
A dimensão de IA & Gestão Eficiente, aliás, teve a menor pontuação, com 56 pontos. A galera usa IA para resumir reunião, mas a pegada é outra: a pesquisa sugere que a IA precisa ser prescritiva para precificação, logística e retenção de clientes (churn).
No recorte setorial, o farmacêutico lidera com 83 pontos, enquanto saúde e agronegócio fecham a lista. A mensagem é clara: para destravar valor, a IA precisa subir para a cadeira do CEO e se conectar com dados unificados para gerar lucro.
