IA nas Empresas: Pilotos Impressionantes Não Bastam Mais, É Hora de Mostrar o ROI!
Destaques
- •Empresas brasileiras mudam o foco de testes de IA para comprovação de retorno financeiro.
- •Pesquisa global da McKinsey indica que apenas 39% das organizações mensuram impacto financeiro da IA.
- •Governança de dados e qualidade da informação são os novos gargalos para a escalada da IA, superando limitações técnicas.
Depois de dois anos de euforia com a IA generativa, empresas brasileiras chegam a um ponto de virada: pilotos impressionantes já não são suficientes. Agora, é preciso provar, com números, que a IA traz retorno real para o negócio.
A fase de experimentação deu lugar à necessidade de justificar investimentos com indicadores concretos. Uma pesquisa global da McKinsey aponta que, embora quase 90% das organizações usem IA, apenas 39% conseguem mensurar impacto financeiro corporativo.
O principal obstáculo para escalar a IA não está nos modelos, mas na qualidade e governança dos dados. Sem dados consolidados, controlados e de qualidade, agentes de IA se tornam pouco confiáveis, gerando um risco maior do que a falta de automação.
A prioridade agora é garantir que os dados estejam prontos para suportar decisões autônomas, focando em consolidação, controle de acesso e diferenciação com dados proprietários. Afinal, como diz a diretora comercial da Snowflake Brasil, Sandra Buzon, a IA amplifica a maturidade dos dados: onde há organização, acelera resultados; onde há desordem, acelera erros. 💰
