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O todo é maior que a soma das partes: A lição de Gerstner para o Brasil

04 de agosto de 2026

Destaques

  • A IBM de 1993, apesar de gigante, enfrentava uma crise que quase a levou à fragmentação.
  • Lou Gerstner apostou na integração, provando que o valor total supera a soma das partes isoladas.
  • A Apple de Steve Jobs exemplifica como a sinergia entre hardware, software e serviços pode criar valor massivo.

Lembra da IBM em 1993? Era a maior do mundo, mas quase virou picadinho. A pressão era pra vender tudo, mas Lou Gerstner fez o oposto: integrou. Ele sabia que o valor real estava no todo, não nas partes separadas.

Essa ideia, que Aristóteles já sacava, virou mantra. Pense na Apple: Jobs juntou chip, design, software e loja de apps num combo imbatível, transformando a empresa na primeira a passar de US$ 1 trilhão. O segredo? Sinergia.

Agora, se liga no perigo dos 'feudos corporativos' no Brasil: quando cada área só pensa em si, a empresa perde. Comercial quer meta a qualquer custo, TI se fecha na técnica, financeiro só corta. Essa visão fragmentada prejudica o cliente e a colaboração.

Para a empresa crescer de verdade, é preciso acabar com as 'fronteiras internas', como dizia Jack Welch. O cliente quer solução completa, não pedaços. O comercial precisa entender a entrega, a técnica precisa entender o negócio, e a liderança tem que incentivar o time, não a briga.

Gerenciar pedaços é coisa do passado. A gestão de alta performance exige visão sistêmica. O que garante longevidade e lucro não é o brilho de uma peça, mas a força e harmonia de toda a engrenagem. ⚙️

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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