IA na Epharma: Robôs no Recrutamento, Mas Humanos Decidem
Destaques
- •Epharma usa IA para otimizar recrutamento e seleção.
- •Decisões finais de contratação permanecem com a gestão humana.
- •Foco em preservar funções humanas essenciais e adaptabilidade.
A Epharma já está mergulhando fundo na inteligência artificial, usando a tecnologia para turbinar o recrutamento e seleção de talentos. A ideia é ganhar agilidade e produtividade, mas sem perder o controle.
A diretora Elinee Ferreira deixou claro que, por mais que a IA ajude na automação, a palavra final sobre quem entra na empresa é sempre humana. A estratégia “human on the loop”, onde o humano supervisiona e decide, continua sendo prioridade.
A executiva também ressaltou a importância de definir quais funções devem permanecer com os humanos, focando em habilidades como adaptabilidade, mesmo que a máquina possa executá-las. O futuro, segundo ela, é uma convergência homem-máquina, onde a tecnologia cuida dos processos e os humanos, da estratégia e das relações.
Para que essa integração funcione, a cultura de inovação precisa vir de cima para baixo, incentivando o uso da IA e aceitando que erros podem acontecer no caminho. 🤖



