IA na Azos: 30% das apólices sem toque humano, mas o risco de descontrole é real

Destaques
- •A <b>Azos</b> já emite <b>30%</b> das apólices sem intervenção humana, com meta de chegar a <b>90%</b>.
- •Executivos alertam para o risco de desemprego em massa e descontrole da IA, com empresas preferindo soluções prontas de Big Techs.
- •A IA tende a achatar hierarquias e exigir mais agilidade e capacidade de decisão dos funcionários.
A Azos, por meio de seu CMO Bernardo Ribeiro, revelou que já consegue emitir 30% das apólices de seguro sem qualquer intervenção humana, um marco na adoção da inteligência artificial no mercado.
A meta é ambiciosa: chegar a 80% ou 90% em breve, o que demonstra o potencial da IA para otimizar processos e reduzir custos.
No entanto, essa revolução traz consigo desafios significativos.
Ribeiro alerta para o risco de um desemprego em massa e um potencial descontrole inevitável da IA, especialmente com a tendência de empresas optarem por soluções prontas de Big Techs em vez de desenvolverem seus próprios modelos com salvaguardas.
A IA também promete achatar hierarquias, exigindo mais agilidade e capacidade de decisão dos funcionários, mudando radicalmente a cultura corporativa.
A jornada está apenas começando, e as implicações para o futuro do trabalho são profundas 💰.

