IA: Mais que ROI, uma revolução no trabalho
Destaques
- •Pressão por ROI em IA cresce, mas foco excessivo pode limitar transformações.
- •Executivo da Zoop defende equilíbrio entre ganhos de curto prazo e visão de longo prazo.
- •IA generativa democratiza o desenvolvimento, permitindo que mais áreas criem protótipos e inovem.
A pressão por retorno sobre investimentos em IA está alta, mas prender-se apenas ao curto prazo pode fazer empresas perderem a chance de uma transformação real na forma de trabalhar e criar.
Rodrygo Figueiredo, CPO da Zoop, defende um equilíbrio: iniciativas que parecem custo agora podem gerar novas capacidades e acompanhar a velocidade tecnológica.
A ideia é colocar a IA nas mãos de quem vive os processos, como na Zoop com a TOCAN, permitindo que todos experimentem e criem novas soluções.
Isso pode otimizar fluxos e liberar profissionais para tarefas mais complexas, mas o grande trunfo é a possibilidade de fazer o que antes não era viável, abrindo caminho para novos produtos e aprendizados.
A democratização do desenvolvimento com IA generativa está tornando a fronteira entre quem cria e quem codifica cada vez mais tênue.
Profissionais sem formação técnica podem transformar ideias em protótipos, acelerando o ciclo de aprendizado e reduzindo o tempo entre identificar uma necessidade e testar uma solução.
No entanto, em setores regulados como o financeiro, a autonomia não elimina a necessidade de governança e validação humana.
A tendência é que o trabalho mude, com menos atividades operacionais e mais foco em julgamento e criatividade, exigindo aprendizado contínuo.
O desafio é equilibrar experimentação rápida com controle, promovendo a evolução conjunta de pessoas, negócios e tecnologia. 🚀



