IA esquenta data centers: o futuro é líquido?
Destaques
- •IA eleva a demanda de energia em data centers, forçando a busca por novas soluções de refrigeração.
- •Resfriamento líquido, como Direct-to-chip e imersão, ganha destaque frente à limitação do ar.
- •Sistemas híbridos e monitoramento inteligente são cruciais para a eficiência energética e estabilidade.
A expansão da inteligência artificial está mudando o jogo nos data centers. O que antes girava em torno de 20 kW por rack, agora salta para impressionantes 120 kW ou 130 kW, esquentando o debate sobre a capacidade da refrigeração a ar.
Diante dessa nova realidade, o resfriamento líquido surge como protagonista. Tecnologias como Direct-to-chip e imersão prometem dar conta do calor gerado, enquanto sistemas híbridos que combinam ar e líquido se mostram essenciais para manter a eficiência.
A gestão inteligente dessa complexidade, com o uso de plataformas de monitoramento e equipamentos modulares, será o diferencial para sustentar o avanço da computação. 💰




