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IA esquenta data centers: o futuro é líquido?

07 de outubro de 2026

Destaques

  • •IA eleva a demanda de energia em data centers, forçando a busca por novas soluções de refrigeração.
  • •Resfriamento líquido, como Direct-to-chip e imersão, ganha destaque frente à limitação do ar.
  • •Sistemas híbridos e monitoramento inteligente são cruciais para a eficiência energética e estabilidade.

A expansão da inteligência artificial está mudando o jogo nos data centers. O que antes girava em torno de 20 kW por rack, agora salta para impressionantes 120 kW ou 130 kW, esquentando o debate sobre a capacidade da refrigeração a ar.

Diante dessa nova realidade, o resfriamento líquido surge como protagonista. Tecnologias como Direct-to-chip e imersão prometem dar conta do calor gerado, enquanto sistemas híbridos que combinam ar e líquido se mostram essenciais para manter a eficiência.

A gestão inteligente dessa complexidade, com o uso de plataformas de monitoramento e equipamentos modulares, será o diferencial para sustentar o avanço da computação. 💰

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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