Guimarães: Campanha de Lula errou na estratégia e pede 'guerra' contra Flávio Bolsonaro
Destaques
- •Ministro José Guimarães critica a estratégia inicial da campanha de Lula, chamando-a de 'Lulinha Paz e Amor'.
- •Defende uma abordagem mais agressiva para 'destruir a imagem' de Flávio Bolsonaro, considerando-o mais radical que o pai.
- •Revela discussões internas sobre endurecer regras para 'bets', com possibilidade de proibição.
O ministro José Guimarães, braço direito de Lula, deu um recado claro: a campanha presidencial errou feio na estratégia inicial. A tese do “Lulinha Paz e Amor”, segundo ele, não cola mais e é hora de partir pra cima.
A ordem agora é desconstruir a imagem de "bom moço" de Flávio Bolsonaro, que, na visão do ministro, é mais radical do que o pai, Jair Bolsonaro, especialmente nas áreas econômica e social. "Ele é um péssimo moço. Ele não tem nada para oferecer ao Brasil", disparou Guimarães.
Essa mudança de tom, aliás, já estaria surtindo efeito, com a campanha de Lula "interditando o crescimento do adversário" nas últimas semanas.
E não para por aí: Guimarães também jogou lenha na fogueira das bets, revelando que o governo discute endurecer regras, com a possibilidade de proibição. "Virou uma doença que atinge as famílias", alertou.
Além disso, o ministro alfinetou o ministro do STF André Mendonça e defendeu a votação da PEC do fim da escala 6x1 entre os turnos das eleições. A articulação com o Centrão para um eventual segundo turno também foi confirmada, com a promessa de formar uma "ampla frente democrática contra o retrocesso". 📉



