Guerra no Oriente Médio: Brasil 'transatlântico' contra volatilidade do petróleo, diz BC

Destaques
- •Brasil em posição mais favorável que outros países para encarar volatilidade do petróleo.
- •Exportação de petróleo e política monetária contracionista são fatores de vantagem.
- •BC projeta inflação para cima e crescimento para baixo com choque de oferta global.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, soltou o verbo sobre os impactos da guerra no Oriente Médio e disse que o Brasil está, sim, mais preparado que a maioria para lidar com a volatilidade do preço do petróleo.
A jogada de mestre? O país exporta mais petróleo do que importa e, de quebra, o Banco Central manteve a Selic em 14,75%, criando uma 'gordura' que permite cortes sem sustos, mesmo com a tensão global.
Mas nem tudo são flores. Galípolo alertou que essa alta do petróleo, vinda de um choque de oferta e não de demanda, deve trazer inflação para cima e crescimento para baixo para a economia brasileira.
Resumindo: o Brasil é um transatlântico nessa história, não um jet ski, pronto para navegar sem movimentos bruscos. 📉




