GPA na corda bamba: Justiça decide futuro do Pão de Açúcar e Extra
Destaques
- •GPA pede homologação urgente de plano de recuperação extrajudicial.
- •Casas Bahia e outros credores contestam o plano, alegando omissão de dívidas.
- •Empresa alerta para risco de liquidez caso a homologação demore.
O GPA, gigante do varejo dono do Pão de Açúcar e do Extra, está correndo contra o tempo e pediu à Justiça a homologação imediata de seu plano de recuperação extrajudicial. A varejista alega que credores como a Casas Bahia não apresentaram provas concretas de que dívidas foram omitidas para manipular a aprovação do plano.
A companhia alerta que a demora na decisão judicial representa um risco de liquidez iminente.
A manifestação surge como resposta a uma determinação judicial que pedia que credores apontassem, com documentos, eventuais créditos excluídos indevidamente da lista usada no cálculo do plano. O GPA afirma que os credores que contestam o plano representam apenas 7,85% dos créditos e não conseguiram identificar um crédito específico omitido. Mesmo que os valores questionados fossem incluídos, o quórum de aprovação ainda seria superior ao exigido por lei.
A decisão final agora está nas mãos da juíza responsável pelo caso, que pode definir o futuro de cerca de 35 mil trabalhadores diretos do Grupo Pão de Açúcar. 📉



