GPA acalma fornecedores: Dívidas são com bancos, não com vocês!

Destaques
- •CEO do GPA, Alexandre Santoro, esclarece que renegociações de dívidas são exclusivas com instituições financeiras.
- •O grupo busca reestruturar débitos com vencimentos em 2026, sem afetar relações comerciais com fornecedores.
- •Ações do GPA buscam recuperação após forte queda, mas endividamento continua sendo um ponto de atenção.
O GPA, gigante do varejo alimentar, mandou um recado claro aos seus fornecedores: as dívidas que estão sendo renegociadas são com os bancos, e não com quem abastece as gôndolas.
O CEO Alexandre Santoro, em carta aos parceiros, buscou acalmar os ânimos, afirmando que as conversas são para reestruturar parte da dívida financeira, com foco nos vencimentos de 2026. A ideia é reforçar a liquidez sem mexer nas operações do dia a dia.
Essa movimentação surge após notícias que apontavam para uma crise no grupo, que inclusive levantou dúvidas sobre sua continuidade operacional em balanço recente. O endividamento, que gira em torno de R$ 4 bilhões, e os prejuízos significativos têm sido um fantasma para a empresa.
Apesar de ter visto suas ações despencarem quase 18% na véspera, o GPA ensaiou uma recuperação hoje, liderando as altas do Ibovespa. O mercado, contudo, segue de olho para ver se as renegociações vão mesmo dar um fôlego para a tradicional rede de supermercados. 💰



