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Golpe no Pix? Bancos podem ter que cobrir prejuízos com PL novo

28 de maio de 2026
Golpe no Pix? Bancos podem ter que cobrir prejuízos com PL novo

Destaques

  • Projeto de Lei 1831/2026 quer responsabilizar bancos e fintechs por transações atípicas não impedidas.
  • Inspirado em modelos do Reino Unido e União Europeia, o PL busca maior proteção ao consumidor contra fraudes.
  • A nova lei pode forçar instituições a investir mais em IA e monitoramento, além de olhar para as 'contas mula'.

Atenção, bancões e fintechs! Um novo Projeto de Lei (1831/2026) na Câmara dos Deputados quer mudar as regras do jogo na segurança digital.

A ideia é que as instituições financeiras sejam objetivamente responsáveis se falharem em impedir transações atípicas, mesmo que o cliente tenha, por exemplo, usado senha ou biometria. Pense naquela transferência suspeita que o sistema viu mas deixou passar.

A pressão vem de fora.

O Brasil se inspira em iniciativas como a do Reino Unido, onde vítimas de golpes por transferência têm reembolso garantido, e da União Europeia, que amplia a responsabilidade para fraudes de personificação e exige mais do ecossistema digital como um todo. A meta é clara: a fraude não pode mais ser um 'custo inevitável' da era digital.

O ponto chave é que a responsabilidade não se limita à autenticação do cliente, mas exige que o banco avalie se a transação faz sentido. Isso inclui dar uma olhada mais atenta nas chamadas 'contas mula', usadas para pulverizar o dinheiro roubado. Um passo importante para tornar o sistema financeiro instantâneo mais seguro. 💰

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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