BC afina regras do FGC e mira mais segurança para depositantes

Destaques
- •Banco Central ajusta métricas do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para aumentar a consistência e qualidade das informações financeiras.
- •Novas regras aprimoram cálculo do Ativo de Referência (AR) e do Valor de Referência (VR), além de incluir instrumentos adicionais no Patrimônio Líquido Ajustado (PLA).
- •Medidas visam reforçar a capacidade das instituições financeiras de lidar com riscos e a liquidez, especialmente após o caso Banco Master.
O Banco Central deu um gás nas regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A ideia é deixar tudo mais redondinho e aumentar a qualidade das informações que circulam entre as instituições financeiras.
A autarquia mexeu nos cálculos do Ativo de Referência (AR) e do Valor de Referência (VR), que basicamente mostram a qualidade dos ativos e a exposição do FGC. Também incluíram novos instrumentos no Patrimônio Líquido Ajustado (PLA), que é o colchão de segurança para absorver perdas.
Isso tudo significa que os bancos terão que ter mais liquidez e estar mais preparados para os perrengues. A mudança vem depois do rombo de mais de R$ 40 bilhões deixado pelo caso do Banco Master, que pegou o FGC de surpresa.
No fim das contas, a jogada é dar mais segurança para quem deixa o dinheiro rendendo e, de quebra, reforçar a saúde do sistema financeiro. 🛡️




