Gilmar Mendes quer 'faxina' em precatórios e mira 'indústria' ligada ao Banco Master

Destaques
- •Ministro do STF defende ampliação da fiscalização do CNJ sobre expedição de precatórios.
- •Investigações sobre o Banco Master revelam modelo de negócios com créditos judiciais.
- •Ação visa identificar irregularidades e revisar pagamentos de créditos judiciais bilionários.
O ministro Gilmar Mendes, do STF, acendeu o sinal vermelho para a expedição de precatórios. Ele defende que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) intensifique a fiscalização para pegar fraudes.
A ideia é fazer uma verdadeira correição extraordinária em todos os tribunais federais, especialmente no TRF-1. O foco são irregularidades em pagamentos de créditos judiciais, um esquema que, segundo ele, envolveu até o Banco Master e pode ter drenado recursos públicos.
A pressão é para depurar a fila de pagamentos da União e evitar que práticas como a expedição de precatórios antes do trânsito em julgado se repitam.
O CNJ já cancelou 16 precatórios do TRF-1, devolvendo R$ 4,7 bilhões aos cofres públicos. Mas Gilmar quer mais, pedindo reforço na fiscalização da CVM e do Banco Central sobre a comercialização desses créditos. 💰

