Gerdau: América do Norte brilha, Brasil patina com importações

Destaques
- •Desempenho robusto da Gerdau na América do Norte impulsiona resultados.
- •Mercado brasileiro sofre com alta de importações de aço, especialmente da China.
- •Recuperação gradual no Brasil é esperada a partir de 2026, com impacto maior em 2027.
A Gerdau divulgou resultados do quarto trimestre de 2025 que mostram um cenário de forte contraste entre suas operações. Enquanto a América do Norte segue acima das expectativas, o mercado brasileiro sente a pressão das importações.
A divisão norte-americana, que respondeu por uma fatia expressiva do Ebitda anual (62%) e trimestral (73%), se beneficia de custos menores, volumes maiores e tarifas de importação que protegem o mercado local. O Ebitda ajustado totalizou R$ 2,37 bilhões, em linha com o previsto, mas com a operação nos EUA se destacando.
Mas nem tudo são flores por aqui...
O Brasil, por outro lado, enfrenta margens apertadas devido à concorrência do aço importado, especialmente da China. O CEO da Gerdau, Gustavo Werneck, aposta em uma redução gradual das importações a partir de 2026, com efeitos mais fortes em 2027, graças às investigações antidumping em andamento. 📉




