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Fundos Eleitoral e Partidário: O Dinheiro Público que Move as Campanhas no Brasil

29 de setembro de 2026
Fundos Eleitoral e Partidário: O Dinheiro Público que Move as Campanhas no Brasil

Destaques

  • •Quase R$ 5 bilhões serão distribuídos entre 30 partidos para as eleições de 2026.
  • •O PL lidera o recebimento com R$ 881,6 milhões, um triplo em relação a 2022.
  • •O Fundo Partidário, mensal e anual, sustenta a estrutura dos partidos e exige cláusula de barreira para acesso.

Esqueça a ideia de que empresas bancam campanhas no Brasil. Desde 2018, essa prática é proibida, e para suprir essa lacuna, o governo injeta bilhões em dois fundos principais: o Fundo Eleitoral (o 'fundão') e o Fundo Partidário.

O 'fundão' é o que mais chama atenção, liberando quase R$ 5 bilhões para as eleições de 2026. A grana é distribuída com base no desempenho eleitoral de cada partido, premiando quem elegeu mais deputados e senadores. O PL, por exemplo, vai abocanhar R$ 881,6 milhões, um salto triplo comparado a 2022.

Já o Fundo Partidário funciona como um salário mensal para os partidos, garantindo a estrutura e o dia a dia das legendas. Para ter acesso a ele, é preciso cumprir a cláusula de barreira, que exige um percentual mínimo de votos ou um número de deputados federais eleitos.

E para completar, ainda existe a vaquinha virtual, onde cidadãos podem doar diretamente para as campanhas. Basicamente, o dinheiro público banca a estrutura e a disputa, e o eleitor pode dar um empurrãozinho extra. 💰

Fontes

https://g1.globo.com/dynamo/politica/rss2.xml

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