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Funcionário do Planalto é acusado de espalhar fake news sobre Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida

26 de setembro de 2026
Funcionário do Planalto é acusado de espalhar fake news sobre Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida

Destaques

  • •George Marques, coordenador da Secom, repostou fake news atribuindo a Flávio Bolsonaro a intenção de retirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
  • •A campanha de Flávio Bolsonaro protocolou notícia-crime pedindo a prisão preventiva de Marques.
  • •A desinformação alcançou mais de 21 milhões de visualizações em diversas redes sociais.

Um coordenador da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, George Marques da Silva e Silva, está no centro de uma polêmica após repostar ao menos 10 mensagens com fake news. As mensagens atribuíam ao senador e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.

A campanha de Flávio Bolsonaro reagiu protocolando uma notícia-crime no Ministério Público Eleitoral, pedindo a decretação de prisão preventiva do funcionário do Planalto.

A desinformação, que circulou em redes como X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube, gerou mais de 21 milhões de visualizações e envolveu cerca de 1.674 contas.

A defesa de Flávio imputa a Marques os crimes de divulgação de fatos inverídicos, incitação ao crime e associação criminosa, com penas que podem somar reclusão de até 4 anos.

A narrativa resgatava um Projeto de Lei de 2007, já rejeitado e arquivado, que visava restringir a referência à padroeira aos católicos romanos.

O ministro André Mendonça, do TSE, já havia determinado a remoção do conteúdo das plataformas digitais por ser “notoriamente inverídico”.

Marques, por sua vez, alegou que o perfil é pessoal e voltado a “política e humor”, e que qualquer compartilhamento teria sido um “erro involuntário”.

A Secom classificou o uso de contas pessoais para gerar confusão com manifestações institucionais como “inadequado”.

A notícia-crime segue para análise do MPE, em Brasília, enquanto o governo federal repudia o pedido de prisão, classificando-o como “injusto e arbitrário” e reafirmando seu compromisso com a liberdade de expressão. 📉

Fontes

https://www.poder360.com.br/feed/

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