Freiras Usam Ações para Cobrar Ética de Gigantes de Tecnologia e Finanças

Destaques
- •Religiosas aplicam ativismo acionário para pressionar empresas como Palantir e Citigroup.
- •Ações focam em temas como mudanças climáticas, direitos indígenas e justiça racial.
- •O Papa Leão 14 reforça a necessidade de IA a serviço do bem comum e da dignidade humana.
Esqueça a imagem tradicional de freiras reclusas! A Irmã Susan Francois e outras 87 religiosas da Congregação das Irmãs de São José da Paz estão agindo como acionistas para influenciar gigantes como a Palantir e o Citigroup.
Elas usam sua participação em empresas para cobrar ações sobre mudanças climáticas, direitos de povos indígenas e justiça racial. No caso da Palantir, o foco foi o uso de IA para rastreamento de imigrantes, com um pedido de Avaliação de Impacto sobre Direitos Humanos (HRIA).
Essa iniciativa ganhou força com a recente encíclica do Papa Leão 14, que alertou sobre os perigos da IA e defendeu seu uso para o bem comum.
O sucesso, para elas, não é apenas a aprovação da maioria em assembleias, mas sim a inclusão desses temas na pauta das empresas. Afinal, como disse a Irmã Francois: "Se nos afastarmos dos centros de poder (...), deixaremos de ter voz". 🕊️



