Farmácia Popular: De promessa a sucateamento e retomada

Destaques
- •O programa Farmácia Popular, criado em 2004, ampliou o acesso a medicamentos essenciais para milhões de brasileiros.
- •O programa enfrentou um severo desmonte nos governos Temer e Bolsonaro, com cortes orçamentários e redução de serviços.
- •Com a volta de Lula, o Farmácia Popular foi recuperado e expandido, com gratuidade total para diversos medicamentos e absorventes.
Há 20 anos, em 2004, o Brasil ganhava o Farmácia Popular, uma iniciativa que mudou o jogo no acesso a medicamentos. A ideia era simples: oferecer remédios essenciais de graça ou com um super desconto, aliviando o bolso do brasileiro e, de quebra, melhorando a saúde pública.
O programa bombou, chegando a atender mais de 40 milhões de pessoas e mostrando resultados impressionantes, como a redução de 40% na incidência de derrames e 25% em infartos. Era um sucesso absoluto.
Mas aí veio a virada...
A partir de 2016, o programa sofreu um duro golpe. Com cortes de orçamento e ameaças de extinção, o Farmácia Popular foi sucateado, perdendo alcance e beneficiários. O governo Bolsonaro chegou a propor um corte de quase 60% na verba, mirando em transferir recursos para o chamado 'orçamento secreto'.
A boa notícia é que a história teve um final feliz (por enquanto!). Com o retorno de Lula à presidência em 2023, o programa foi priorizado e recuperado. A gratuidade foi ampliada para contraceptivos, medicamentos para osteoporose, e agora, em 2025, todos os 41 medicamentos distribuídos são gratuitos, incluindo absorventes e fraldas geriátricas. O orçamento saltou de R$ 2,48 bilhões para R$ 4,2 bilhões, e o número de atendidos voltou a crescer. Uma virada de 180 graus para a saúde do brasileiro! 💰




