EUA: Fuzilamento volta a ser discutido para execuções federais
Destaques
- •Proposta de execução por fuzilamento de Nidal Hasan foi descartada por Trump.
- •Métodos alternativos como gás nitrogênio e cadeira elétrica ganham espaço devido a falhas na injeção letal.
- •Acompanhar a evolução dos métodos de execução e o debate sobre a pena de morte nos EUA.
A pena de morte nos Estados Unidos está em evidência após o secretário de Defesa, Pete Hegseth, propor a transmissão ao vivo da execução por fuzilamento de Nidal Hasan, autor do massacre em Fort Hood em 2009. A ideia foi rapidamente descartada pelo presidente Donald Trump.
A proposta reacende o debate sobre métodos de execução, especialmente após a tentativa malsucedida de Christa Pike por injeção letal. Diante de crescentes preocupações com falhas, os EUA exploram métodos como o gás nitrogênio e a cadeira elétrica, além do retorno do fuzilamento, que não é usado pelo Exército desde 1945.
A injeção letal, introduzida em 1982, é o método mais comum, mas acumula 64 execuções malsucedidas nos últimos 50 anos, segundo o Centro de Informações sobre a Pena de Morte. Especialistas alertam que todos os métodos podem causar dor intensa se mal executados, e a falta de treinamento da equipe e a deterioração dos medicamentos são fatores comuns de erro.
O debate sobre a pena de morte ganha força com a retomada de sua aplicação federal em 2025, sob o governo Trump, que defende seu uso para crimes hediondos. A discussão envolve a eficácia e a humanidade dos métodos, com estados como Idaho e Mississippi voltando a autorizar o fuzilamento.


