Escolas de SP: Material da StandWithUs sob fogo cruzado

Destaques
- •Governo de SP orienta escolas a usar material da ONG StandWithUs Brasil.
- •Conteúdo é criticado por viés pró-Israel e omissão de pontos do conflito.
- •Especialistas apontam tentativa de 'lavar a imagem' de Israel e risco de censura.
A Secretaria da Educação de São Paulo está mandando ver nas escolas estaduais, sugerindo a adoção de materiais da ONG StandWithUs Brasil. A ideia, segundo eles, é combater o antissemitismo, mas a coisa já esquentou.
O problema é que o conteúdo, voltado para o ensino médio, tá sendo acusado de ter um forte viés sionista. Relatos apontam que o material ignora a invasão de territórios palestinos, a expansão de assentamentos e violações de direitos humanos, focando em uma narrativa que omite o lado palestino.
A proximidade entre o governador Tarcísio de Freitas e o premiê israelense Benjamin Netanyahu também levanta suspeitas.
O debate está acirrado.
Cientistas políticos e professores veem a iniciativa como uma tentativa de 'lavar a imagem de Israel' e alertam para o risco de criar uma narrativa unilateral, que pode até confundir antissemitismo com críticas a Israel, algo que o Conselho Nacional de Direitos Humanos já criticou como inconstitucional 📉.




